A pele não para no tempo: por que regenerar, prevenir e manter os resultados.
- Lizia Borrello

- 10 de jul.
- 11 min de leitura
Ter uma pele bonita não significa apenas ter menos rugas.
Uma pele verdadeiramente saudável apresenta boa hidratação, textura uniforme, luminosidade, firmeza, elasticidade e uma barreira de proteção capaz de defender o organismo das agressões externas.
Mas nenhuma dessas características permanece igual durante toda a vida.
A pele é um tecido vivo. Está constantemente exposta ao sol, à poluição, às alterações hormonais, ao stress, à alimentação, ao tabagismo, à falta de sono e ao próprio passar do tempo.
Por isso, quando falamos em regeneração da pele, não estamos a falar sobre realizar um procedimento isolado e esperar que o resultado permaneça para sempre.
Estamos a falar sobre criar condições para que a pele funcione melhor, envelheça com mais qualidade e consiga preservar por mais tempo aquilo que foi conquistado com os tratamentos.
Imagine que a sua pele é um jardim
Ter uma pele bonita é muito parecido com cuidar de um jardim.
Quando a terra está fértil, recebe água na quantidade adequada, luz, nutrientes e cuidados regulares, as plantas crescem fortes, saudáveis e bonitas.
Mas imagine que alguém prepara esse jardim apenas uma vez.
Aduba a terra, rega, retira as ervas daninhas e deixa tudo perfeito. Durante algum tempo, o jardim ficará realmente bonito.
Entretanto, os nutrientes serão consumidos. Haverá períodos de pouca chuva, outros de chuva em excesso, mudanças de temperatura e novas ervas daninhas poderão surgir.
Se ninguém voltar a cuidar daquele espaço, o jardim perderá progressivamente a sua vitalidade.
Com a pele acontece algo semelhante.
Podemos realizar um excelente tratamento, melhorar a hidratação, estimular a produção de colagénio e recuperar parte da luminosidade. Mas, depois disso, a pele continuará exposta aos fatores que participam do envelhecimento.
O relógio biológico não para, e o ambiente também continua a atuar.
Por isso, um bom resultado não depende apenas do tratamento inicial. Depende também da manutenção.

Ilustração: uma comparação dividida em duas imagens: de um lado, um jardim fértil, cuidado e florido; do outro, o mesmo jardim depois de meses sem água, nutrientes ou manutenção.
A pele não envelhece apenas por causa da idade
O envelhecimento da pele é influenciado por dois grandes grupos de fatores.
O primeiro é o envelhecimento intrínseco, relacionado com a passagem natural do tempo, a genética e as alterações celulares e hormonais do organismo.
O segundo é o envelhecimento extrínseco, provocado ou acelerado por fatores externos, como:
exposição solar;
poluição;
tabagismo;
alimentação desequilibrada;
consumo excessivo de álcool;
stress;
privação de sono;
alterações da barreira cutânea;
hábitos inadequados de cuidado com a pele.
A radiação ultravioleta é considerada um dos principais fatores do envelhecimento extrínseco. Ao longo do tempo, a exposição solar favorece o stress oxidativo, a inflamação e a degradação das estruturas que sustentam a pele, especialmente o colagénio e a elastina.
Esse conjunto de exposições ao qual a pele é submetida durante a vida é chamado de expossoma da pele.
Isso ajuda a explicar por que duas pessoas da mesma idade podem apresentar peles completamente diferentes.
A idade está no documento. A qualidade da pele conta a história de como ela viveu.
O envelhecimento continua depois de qualquer procedimento
Este é um dos pontos mais importantes e também um dos que mais geram frustração nos pacientes.
Uma cirurgia facial pode reposicionar tecidos, remover excessos e devolver contornos que se perderam com o tempo.
Os fios podem proporcionar sustentação em casos selecionados.
Os preenchedores podem recuperar volumes, melhorar proporções ou suavizar determinadas depressões.
As tecnologias podem promover contração, remodelação ou estímulo tecidual.
Mas nenhum desses tratamentos interrompe definitivamente o processo de envelhecimento.
As estruturas faciais continuam a modificar-se. A pele continua a perder água, os fibroblastos tornam-se menos ativos e a matriz extracelular, que funciona como uma rede de sustentação do tecido, sofre alterações progressivas.
Com o envelhecimento intrínseco e extrínseco, podem ocorrer diminuição de componentes importantes da matriz extracelular, redução da integridade estrutural e maior fragmentação das fibras de colagénio.
Por isso, mesmo depois de uma cirurgia facial bem-sucedida, a qualidade da pele continua a precisar de atenção.
A cirurgia pode reposicionar a estrutura.
Mas é a pele que reveste essa estrutura.
E uma pele desidratada, fina, manchada, inflamada ou com pouca capacidade de regeneração não consegue refletir todo o potencial do resultado obtido.
O que significa regenerar a pele?
Regenerar a pele não significa fazê-la voltar a ter 20 anos.
Significa oferecer estímulos e condições biológicas para que as células possam desempenhar melhor as suas funções.
Na prática, os tratamentos regenerativos podem procurar:
melhorar a hidratação;
fortalecer a barreira cutânea;
estimular fibroblastos;
favorecer a produção e a organização do colagénio;
melhorar a elasticidade;
contribuir para a reparação tecidual;
reduzir irregularidades de textura;
melhorar a luminosidade;
controlar processos inflamatórios;
favorecer uma resposta mais equilibrada da pele às agressões externas.
Isso não acontece através de um único “produto milagroso”.
A biologia da pele é complexa e depende da interação entre células, água, proteínas, lípidos, vasos sanguíneos, componentes da matriz extracelular, mediadores inflamatórios e sinais químicos.
É por isso que a expressão bioestimulador de colagénio, embora muito utilizada, pode ser ampla demais.
Produzir colagénio é importante, mas não é a única necessidade da pele.
Não basta pedir à célula que produza mais se ela não tiver água, energia, nutrientes, capacidade metabólica e um ambiente favorável para trabalhar.
A receita do bolo: a pele também precisa de vários ingredientes
Vamos utilizar outra analogia.
Imagine que pretende fazer um bolo de chocolate.
Para que a receita resulte, será necessário utilizar farinha, ovos, fermento, líquido, gordura, açúcar e chocolate, respeitando as quantidades e a sequência correta.
Não adianta ter o melhor chocolate do mundo se faltar o fermento.
Também não adianta colocar o dobro de farinha para compensar a ausência dos ovos.
Pode até surgir alguma coisa no final, mas provavelmente não será o bolo que esperávamos.
Na pele acontece algo semelhante.
Para produzir colagénio, preservar hidratação, manter a elasticidade e reparar pequenas lesões, as células precisam de diferentes elementos e estímulos.
Cada ativo pode atuar como um ingrediente da receita.
Entretanto, a escolha desses ingredientes não deve ser feita apenas porque determinado tratamento está na moda ou apareceu nas redes sociais.
Primeiro precisamos compreender:
como está a hidratação daquela pele;
se existe inflamação;
se há manchas ou alterações vasculares;
qual é o grau de flacidez;
como está a espessura do tecido;
se a barreira cutânea está preservada;
quais tratamentos já foram realizados;
quais medicamentos e condições clínicas precisam de ser considerados;
qual é a verdadeira expectativa do paciente.
É o diagnóstico que determina a receita.
Não o nome do procedimento.

Ilustração: desenho de um bolo com os ingredientes identificados e, ao lado, uma célula da pele recebendo diferentes elementos necessários ao seu funcionamento.
Quais são os “ingredientes” utilizados na regeneração da pele?
Atualmente, diferentes substâncias, produtos autólogos e tecnologias são estudados e utilizados com o objetivo de melhorar a qualidade da pele.
Entre eles encontram-se o ácido hialurónico, o plasma rico em plaquetas, os polinucleótidos, o PDRN, a vitamina C, os aminoácidos, o silício, os péptidos, os antioxidantes, fatores sinalizadores e, em alguns contextos, produtos derivados de vesículas extracelulares.
Cada um atua de maneira diferente e apresenta níveis distintos de evidência científica.
Ácido hialurónico
O ácido hialurónico está naturalmente presente no organismo e possui grande afinidade pela água.
Dependendo da sua formulação, peso molecular e forma de utilização, pode contribuir para hidratação, suporte da matriz extracelular e melhoria da qualidade superficial da pele.
Estudos sobre formulações tópicas à base de ácido hialurónico demonstram benefícios especialmente relacionados com a hidratação e a melhoria de alguns sinais de envelhecimento cutâneo.
Entretanto, um ácido hialurónico utilizado para hidratar a pele não é necessariamente igual ao produto utilizado para criar volume ou projetar uma região facial.
São objetivos, concentrações e propriedades diferentes.
PRP — Plasma Rico em Plaquetas
O PRP é preparado a partir do próprio sangue do paciente.
Após o processamento adequado, obtém-se uma concentração de plaquetas que pode libertar fatores de crescimento e outros mediadores envolvidos na comunicação celular e na reparação dos tecidos.
Revisões científicas apontam resultados promissores do PRP na melhoria da textura, na regeneração cutânea, na cicatrização e em determinados sinais do envelhecimento. No entanto, os estudos ainda apresentam diferenças importantes na forma de preparação, concentração e aplicação, o que dificulta a criação de um protocolo universal.
Isso significa que não basta dizer “foi feito PRP”.
É necessário compreender como foi preparado, qual a indicação, a concentração obtida e de que maneira foi aplicado.
PDRN e Polinucleótidos
O PDRN e os polinucleótidos são materiais derivados de cadeias de DNA purificado, estudados pela sua possível atuação na reparação tecidual, na modulação da inflamação e na criação de um ambiente favorável à regeneração.
Estudos e revisões relatam resultados promissores na cicatrização, hidratação, textura e elasticidade. Contudo, as formulações não são todas iguais e a literatura ainda procura padronizar nomenclaturas, características moleculares e protocolos clínicos.
Portanto, mais uma vez, o nome do ativo não é suficiente.
É preciso considerar a qualidade do produto, a sua origem, o enquadramento regulamentar, a indicação e a técnica utilizada.
Vitamina C
A vitamina C participa de processos importantes para a pele, incluindo a síntese de colagénio e a proteção antioxidante.
Isso significa que ela auxilia a neutralizar parte dos danos causados pelos radicais livres e participa de etapas necessárias à formação adequada das fibras de colagénio.
Estudos clínicos com vitamina C tópica demonstraram melhoria de características relacionadas com o fotoenvelhecimento, embora a estabilidade, a concentração e a capacidade de penetração da formulação sejam determinantes para o resultado.
Ter vitamina C escrita no rótulo não garante que o produto conseguirá entregá-la adequadamente à pele.
Aminoácidos, Péptidos e Minerais
Os aminoácidos funcionam como unidades utilizadas pelo organismo para construir proteínas.
O colagénio e a elastina são proteínas. Portanto, a disponibilidade de determinados aminoácidos faz parte do processo biológico de formação e manutenção desses tecidos.
Péptidos, minerais e cofatores podem ainda participar da sinalização celular ou de reações metabólicas necessárias ao funcionamento dos fibroblastos.
Entretanto, isso não significa que qualquer mistura de vitaminas e aminoácidos produzirá automaticamente colagénio.
A indicação deve estar baseada na necessidade da pele e na qualidade da evidência disponível para a via de administração utilizada.
Exossomas e Vesículas extracelulares
Os exossomas são pequenas vesículas envolvidas na comunicação entre células. Podem transportar proteínas, lípidos e material genético, funcionando como pequenos “envelopes de mensagens biológicas”.
O seu potencial na regeneração, cicatrização e rejuvenescimento desperta grande interesse científico.
Contudo, é necessário ter prudência.
Grande parte das evidências ainda é pré-clínica, existem diferenças importantes entre fontes, métodos de produção e purificação, e ainda faltam protocolos amplamente padronizados para muitas utilizações estéticas. Revisões recentes classificam os resultados como promissores, mas reforçam a necessidade de mais estudos sobre eficácia, segurança e padronização.
Na ciência, “promissor” não significa “completamente comprovado”.
Por que não devemos escolher apenas um procedimento?
É comum o paciente chegar à consulta e dizer:
“Quero fazer aquele procedimento que vi na internet.”
Mas o procedimento pode não ser aquilo de que a sua pele precisa.
Uma pessoa pode apresentar flacidez e, ao mesmo tempo, ter a barreira cutânea fragilizada.
Outra pode ter boa firmeza, mas apresentar manchas, desidratação e textura irregular.
Outra pode ter realizado uma cirurgia facial e precisar de um plano que ajude a preservar a qualidade da pele e a acompanhar a cicatrização.
Não existe uma única resposta para todos esses casos.
Por vezes, o melhor resultado será obtido através de uma associação planeada entre cuidados domiciliários, fotoproteção, ativos tópicos, tecnologias e tratamentos realizados em ambiente clínico.
O objetivo não é acumular procedimentos.
É combinar apenas aquilo que faz sentido, na sequência correta e respeitando o tempo biológico de resposta do tecido.
A pele precisa de tempo
Outra expectativa que precisa de ser alinhada é a velocidade dos resultados.
Alguns tratamentos melhoram rapidamente a hidratação e a luminosidade. Outros dependem de processos celulares que levam semanas ou meses.
A formação e a remodelação do colagénio não acontecem de um dia para o outro.
Quando oferecemos um estímulo adequado, iniciamos uma sequência de acontecimentos: comunicação celular, resposta inflamatória controlada, ativação dos fibroblastos, produção de componentes da matriz e reorganização do tecido.
É como iniciar uma obra dentro da pele.
Primeiro chegam as instruções.
Depois chegam os trabalhadores.
Em seguida, os materiais começam a ser produzidos e organizados.
Por fim, o tecido passa por um período de remodelação.
Não seria possível construir uma casa sólida numa única noite. Também não devemos esperar que a pele reorganize anos de envelhecimento em poucos dias.
Manutenção não significa dependência
Algumas pessoas interpretam a necessidade de manutenção como se o tratamento tivesse “parado de funcionar”.
Não é isso.
Imagine alguém que pratica exercício físico, melhora a alimentação e ganha força muscular.
Se essa pessoa abandonar completamente os exercícios durante anos, o corpo continuará igual?
Provavelmente não.
Isso não significa que os exercícios anteriores foram inúteis. Significa apenas que o organismo é dinâmico e precisa de continuidade para preservar adaptações.
Na pele ocorre o mesmo princípio.
O tratamento gera uma resposta. A manutenção procura preservar parte dos benefícios enquanto o envelhecimento continua.
Em peles previamente tratadas e estáveis, é comum estabelecer reavaliações periódicas, muitas vezes semestrais, para observar hidratação, textura, pigmentação, firmeza e novos sinais de envelhecimento.
Entretanto, não existe uma regra universal de duas sessões por ano para todos os pacientes.
Algumas pessoas precisarão de um ciclo inicial mais próximo e, depois, de sessões espaçadas.
Outras poderão necessitar apenas de cuidados domiciliários e acompanhamento.
Há ainda situações em que determinados procedimentos não devem ser repetidos ou não são indicados.
A frequência correta deve ser definida depois da avaliação profissional.
Prevenir não significa impedir o envelhecimento
Não é possível impedir completamente o envelhecimento, e essa também não deve ser a promessa de um tratamento sério.
Prevenir significa reduzir fatores evitáveis, proteger estruturas que ainda estão preservadas e evitar que pequenas alterações se tornem mais difíceis de tratar no futuro.
A prevenção começa com hábitos simples:
utilizar fotoproteção adequada;
evitar o tabagismo;
manter uma alimentação equilibrada;
dormir adequadamente;
controlar doenças e alterações hormonais;
utilizar produtos compatíveis com o tipo de pele;
preservar a barreira cutânea;
procurar avaliação profissional quando surgirem alterações persistentes.
Os tratamentos clínicos entram como parte desse plano, e não como substitutos de todos os outros cuidados.
Uma sessão realizada no consultório não consegue compensar completamente meses de exposição solar sem proteção, tabagismo, inflamação crónica ou cuidados inadequados.
O jardim precisa do adubo.
Mas também precisa de água, luz, poda e proteção diária.
O melhor tratamento começa pelo diagnóstico
Regeneração da pele não significa escolher um produto numa prateleira ou seguir uma tendência.
Significa observar a pele como um órgão vivo e compreender quais mecanismos precisam de suporte.
A partir dessa avaliação, podemos construir um plano que considere:
prevenção;
recuperação;
hidratação;
estímulo;
proteção;
associação de técnicas;
manutenção dos resultados;
acompanhamento da evolução.
O tratamento pode mudar ao longo do tempo porque a pele também muda.
Aquilo de que necessitava aos 35 anos pode não ser o mesmo aos 45, 55 ou 65.
Da mesma forma, uma pele no pós-operatório possui necessidades diferentes de uma pele que nunca foi tratada.
Cuidar da pele é um processo, não um acontecimento
Talvez esta seja a mensagem mais importante deste artigo:
não existe um procedimento capaz de congelar a pele no tempo.
Há tratamentos que podem melhorar a hidratação, a textura, a firmeza, a luminosidade e determinados sinais do envelhecimento.
Há cirurgias capazes de reposicionar estruturas e devolver contornos.
Há tecnologias e ativos capazes de estimular respostas biológicas importantes.
Mas a pele continuará viva, exposta ao ambiente e em constante transformação.
Por isso, o melhor resultado não vem de fazer tudo.
Também não vem de fazer uma única vez.
Vem de compreender o que a pele precisa, tratar com critério, respeitar o tempo biológico e manter aquilo que foi conquistado.
Assim como num jardim bem cuidado, a beleza não está apenas na flor que vemos hoje.
Está na qualidade da terra que continuamos a cultivar.
Lizia Borrello
Coordenadora de Qualidade e Processos
Sobre a autora
Dra. Lízia Borrello, é Cirurgiã Buco Maxilo Facial, Biomédica e Mestre em Patologia, atua há mais de duas décadas na área da saúde, ensino e anatomia aplicada.
Este conteúdo possui caráter informativo e não substitui uma avaliação individual. A indicação de produtos, ativos, tecnologias ou procedimentos deve considerar as condições clínicas, as necessidades da pele, as contraindicações e o enquadramento regulamentar aplicável.
Referências bibliográficas
ASUBIARO, J. et al. Platelet-rich plasma in aesthetic dermatology: a systematic review. Journal of Cosmetic Dermatology, [S. l.], v. 23, 2024. DOI: 10.1111/jocd.16426.
AUSTIN, Grace K.; STRUBLE, Sarah L.; QUATELA, Vito C. Evaluating the effectiveness and safety of radiofrequency for face and neck rejuvenation: a systematic review. Lasers in Surgery and Medicine, Hoboken, v. 54, n. 1, p. 27-45, 2022. DOI: 10.1002/lsm.23506.
BRAVO, Bruna et al. Benefits of topical hyaluronic acid for skin quality and signs of skin aging: from literature review to clinical evidence. Dermatologic Therapy, [S. l.], v. 35, n. 12, 2022. DOI: 10.1111/dth.15903.
COLANGELO, Maria Teresa et al. The effects of polydeoxyribonucleotide on wound healing and tissue regeneration: a systematic review of the literature. Regenerative Medicine, London, v. 15, n. 6, p. 1801-1821, 2020. DOI: 10.2217/rme-2019-0118.
HUMBERT, Philippe G. et al. Topical ascorbic acid on photoaged skin: clinical, topographical and ultrastructural evaluation. Experimental Dermatology, Copenhagen, v. 12, n. 3, p. 237-244, 2003. DOI: 10.1034/j.1600-0625.2003.00008.x.
KRUTMANN, Jean et al. The skin aging exposome. Journal of Dermatological Science, Amsterdam, v. 85, n. 3, p. 152-161, 2017. DOI: 10.1016/j.jdermsci.2016.09.015.
MCCABE, Max C. et al. Alterations in extracellular matrix composition during aging and photoaging of the skin. Matrix Biology Plus, [S. l.], v. 8, art. 100041, 2020. DOI: 10.1016/j.mbplus.2020.100041.
OLUMESI, Kole R.; GOLDBERG, David J. A review of exosomes and their application in cutaneous medical aesthetics. Journal of Cosmetic Dermatology, [S. l.], v. 22, n. 10, p. 2628-2634, 2023. DOI: 10.1111/jocd.15899.
SQUADRITO, Francesco et al. Pharmacological activity and clinical use of PDRN. Frontiers in Pharmacology, Lausanne, v. 8, art. 224, 2017. DOI: 10.3389/fphar.2017.00224.
ZHANG, Shoubing; DUAN, Enkui. Fighting against skin aging: the way from bench to bedside. Cell Transplantation, Thousand Oaks, v. 27, n. 5, p. 729-738, 2018. DOI: 10.1177/0963689717725755.

Comentários